terça-feira, 31 de maio de 2011

Nem sempre o prémio é atribuído a quem mais o merece... Um anjo enviado por Deus...


Irena Sendler
Uma senhora de 98 anos chamada Irena faleceu há pouco tempo.   Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo alemã!)  
Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhoneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da caminhoneta um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.  
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.  

Por fim os nazistas apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas, braços e prenderam-na brutalmente.  

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.  

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.  

No ano passado foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz... mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por uns dispositivos sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!!  

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tudo o que eu entendo como arte se traduz no que nossa amada Adélia Prado traduz nesse vídeo!


A HISTÓRIA DA ÁGUIA    ( não resisti ao lêlo!)

A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie.Chega a viver até 70anos.

Mas para chegar a essa idade,aos 40anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas
presas das quais se alimenta.O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra
o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já
é tão difícil!

Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de reno-
vação que irá durar cento e cinquenta dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho
próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia
começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco
meses depois sai o formoso vôo da renovação e para viver então mais trinta anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo
de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças,
costumes,velhos hábitos que nos causam dor.

Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação
sempre nos traz.

"Se alguém está com Cristo é uma nova criatura; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo"

domingo, 29 de maio de 2011

Mais uma véz "rapei" a panela!!!!

                                                   
“ Vá rapar à panela Danilo!”  Foi o que minha mãe me disse hoje em uma tarde de domingo fria, chuvosamente passageira. Como de um costume que se realiza de ano em ano em nossa família, hoje a Dona Fátima fez a sua mais famosa e comentada (por todos os visinhos que apreciam comida de milho) Canjica! Lembro que quando eu criança sempre gostava de ver todo mundo envolvido na “canjica de mainha”. Ela fazendo suas misturas e temperos, eu, meu irmão e amigos tirando a folhagem e moendo o milho com meu pai, sabendo que quando mainha tirasse a panela do fogo, que fervilhava em nosso velho fogão a lenha, teríamos como recompensa saborearmos a “rapa”, que mainha sempre diz que é o mais gostoso. E lá estávamos nós, cada um com sua colher, alegres rapando os restos na panela, um certo cascão de miho crocante que se formava no fundo após a retirada da canjica da panela. Eu amava ver todos envolvidos com o acontecimento na casa dos Valêncios. Aquilo tudo tinha e tem um certo encanto e um significado para mim que me acho uma pessoa tão nostálgica. Uma vez eu disse: Mainha a senhora já prestou atenção que todas as vezes que a senhora faz canjica chove? Ela balançou a cabeça concordando com o que eu disse. Hoje choveu! E  mainha mais uma vez fez canjica!!  Não ajudei meu pai em tirar a folhagem do milho ( esse ano ele não plantou os seu legumes por questões de saúde e fomos obrigado a comprar já pronto), nem estavam presentes meus velhos amigos de infância (poucos que ainda estão por perto), mais “rapei” a panela sozinho (risos meus!!!!!) enquanto chovia e ela lavava a louça. Emocionado, agradeço a Deus por poder rapar a panela da canjica de Dona Fátima novamente. Espero poder fazer isso por muitos e muitos anos...


Obrigado............

quinta-feira, 26 de maio de 2011

1° Postagem...

Olá pessoal...! Eis aqui minha primeira postagem. Acho que todo mundo que cria um Blog ou coisa do tipo pensa quando está escrevendo suas primeiras linhas: “será mesmo que alguém se interessaria em ler meus escritos?” Aqui não está nenhum Catedrático de Harvard, ou alguém que ler oito horas por dia (como alguns que conheço).  Com receio de deixar meus diários de papel empoeirados, que sempre os guardo, e nunca mostrei para ninguém as coisas que escrevo, me aventuro nessa odisséia digital comunicativa. Escreverei coisas simples, do meu dia-a-dia, que mexem comigo, que me sacodem de maneira ruim ou boa, que talvez alguém ache complexa ou simples de mais de entender. Falarei do passado, do presente e do futuro (me desculpem o atrevimento em falar do futuro).Creio eu, que um ser humano aprende com o tempo, às vezes o tempo certo passa e a gente aprende tarde, mais de qualquer forma podemos ensinar os outros com nossos erros e acertos.  Como diz o filósofo  Nietzsche: " de todo o escrito só me agrada aquilo que uma pessoa  escreve com seu sangue. Escreve com sangue e aprenderás que sangue é espírito". Tentarei seguir o concelho de Nietzsche.Espero que gostem...