Con base en la institución educativa que elegiste en la Actividad 1, describe cómo son los entornos de aprendizaje que se generan ahí: ¿Identificas los cuatro entornos que menciona Chan en su artículo? ¿Cómo están definidos los espacios de interacción, información, exhibición y producción? ¿Quiénes participan en dichos espacios y cómo lo hacen? ¿Con qué herramientas se apoyan?
Creemos que realizar esta actividad de manera amplia en tu blog, te ayudará con el desarrollo del trabajo final. Posteriormente, resuelve el siguiente cuestionario.
En cuanto al entorno digital que utiliza la escuela, que no tiene una plataforma digital, con las mismas características en la actualidad sólo una sala con varios ordenadores en red digitales, donde los estudiantes pueden tener acceso para realizar las actividades diarias, investigaciones, cursos en línea y así sucesivamente.
El entorno de cuatro que Chan menciona en su artículo son: el espacio de información, espacio de interacción, el espacio de producción y espacio de exposición.
Se presenta el espacio de la información que los estudiantes respeten la información, ya sea a través de vídeos, blogs, imágenes, etc. Todos harán sus lecturas de todos los modelos y formas de la información del entorno.
El espacio de interacción es el espacio donde los estudiantes compartirán la información, discusión e intercambio de ideas a través de salas de chat, blogs, msn, redes sociales, etc. Este espacio es importante, ya que permite la difusión del conocimiento en donde otros pueden hacer uso de la información en cuestión.
En el espacio de la producción y la exposición se produce la creación y la expansión del conocimiento. Los estudiantes reflexionan a partir de la información adquirida en el medio ambiente, refleja y llega a conclusiones que amplíen sus conocimientos acerca de esto. Esta producción de conocimiento se difunde en la exposición del medio ambiente en Internet, teniendo como sitios de ejemplos. Esta producción se convierte ahora al alcance de todos, lo que permite la expansión del conocimiento.
Muchos profesores como los estudiantes confían en las herramientas que el medio ambiente y también la herramienta dispoem disponible gratuitamente en Internet.
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Um lugar onde vou expor minha experiência, falar de mim, criticar, e mostrar minha visão sobre o mundo.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Tecnologías de Información y Comunicación en la Educación - Actividad 2. Entorno de aprendizaje
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Tecnologías de Información y Comunicación en la Educación - Actividad 1: Transformaciones: Escola Maria do Carmo Pedroza Mendes
¿Como enfrenta la institución los principales retos y demandas de la población que atiende?
La escuela ha tenido grandes dificultades para hacer frente a los retos que surgen en la sociedad que lo rodea, hay varios tipos de desafíos que enfrenta la escuela como crear conciencia sobre el papel de la educación en la vida de los estudiantes en una sociedad cada vez más los márgenes la prostitución, el embarazo adolescente, las drogas y el alcohol, hacen que los estudiantes comienzan a ver la educación como medio para alcanzar sus objetivos, desarrollar el hábito de la lectura en los estudiantes. Estos son algunos de los retos que actualmente enfrenta la escuela.
¿Como los prepara para los retos futuros?
La escuela prepara a los estudiantes para los retos del futuro con diversas actividades de aprendizaje como contenido conferencias expuestas por los profesores, salidas recreativas, visitas a sitios arqueológicos, bibliotecas, centros culturales y semana en desarrollo que abarcan temas como el medio ambiente, la cultura y la lectura.
¿Cuales son los últimos cambios o innovaciones que ha adoptado la institución?
La escuela ha sido objeto de varios cambios en los últimos tiempos, se puede mencionar el aumento de la estructura física de la escuela para dar cabida a una mayor demanda de los estudiantes, la instalación de salas de informática con acceso a Internet promoviendo la inclusión digital de los estudiantes que no tienen computadoras sus hogares, la creación de una biblioteca e instalar una radio en la escuela.
¿Por que cree que haya realizado estos?
Porque hace que el notable desarrollo de los estudiantes tanto en el conocimiento, el nivel crítico, muchos están entrando en la educación superior y el público es cada vez más consciente de sus derechos y deberes como ciudadanos.
quarta-feira, 6 de março de 2013
"O PORQUÊ DO ÓDIO A CHÁVEZ."
Por Ignacio Ramonet e Jean-Luc Melenchon | Tradução: Daniela Frabasile
Hugo Chávez é, sem dúvida, o chefe de Estado mais difamado no mundo. Com a aproximação das eleições presidenciais de 7 de outubro, essas difamações tornam-se cada vez mais infames, em muitos países. Testemunham o desespero dos adversários da revolução bolivariana frente à perspectiva (que as pesquisas parecem confirmar) de uma nova vitória eleitoral de Chávez.
Um líder político deve ser valorizado por seus atos, não por rumores veiculados contra ele. Os candidatos fazem promessas para ser eleitos: poucos são aqueles que, uma vez no poder, cumprem tais promessas. Desde o início, a proposta eleitoral de Chávez foi muito clara: trabalhar em benefício dos pobres, ou seja – naquele momento – a maioria dos venezuelanos. E cumpriu sua palavra.
Por isso, este é o momento de recordar o que está verdadeiramente em jogo nesta eleição, agora que o povo venezuelano é convocado a votar. A Venezuela é um país muito rico, pelos fabulosos tesouros de seu subsolo, em particular o petróleo. Mas quase toda essa riqueza estava nas mãos da elite política e das empresas transnacionais. Até 1999, o povo só recebia migalhas. Os governos que se alternavam, social-democratas ou democrata-cristãos, corruptos e submetidos aos mercados, privatizavam indiscriminadamente. Mais da metade dos venezuelanos vivia abaixo da linha de pobreza (70,8% em 1996).
Chávez fez a vontade política prevalecer. Domesticou os mercados, deteve a ofensiva neoliberal e posteriormente, graças ao envolvimento popular, fez o Estado se reapropriar dos setores estratégicos da economia. Recuperou a soberania nacional. E com ela, avançou na redistribuição da riqueza, a favor dos serviços públicos e dos esquecidos. Políticas sociais, investimento público, nacionalizações, reforma agrária, quase pleno-emprego, salário mínimo, imperativos ecológicos, acesso à moradia, direito à saúde, à educação, à aposentadoria… Chávez também se dedicou à construção de um Estado moderno. Colocou em marcha uma ambiciosa política de planejamento do uso do território: estradas, ferrovias, portos, represas, gasodutos, oleodutos.
Na política externa, apostou na integração latino-americana e privilegiou os eixos sul-sul, ao mesmo tempo que impunha aos Estados Unidos uma relação baseada no respeito mútuo… O impulso da Venezuela desencadeou uma verdadeira onda de revoluções progressistas na América Latina, convertendo este continente em um exemplo de resistência das esquerdas frente aos estragos causados pelo neoliberalismo.
Tal furacão de mudanças inverteu as estruturas tradicionais do poder e trouxe a refundação de uma sociedade que até então havia sido hierárquica, vertical e elitista. Isso só podia desencadear o ódio das classes dominantes, convencidas de serem donas legítimas do país. São essas classes burguesas que, com seus amigos protetores e Washington, vivem financiando as grandes campanhas de difamação contra Chávez. Até chegaram a organizar – junto com os grandes meios de comunicação lhes que pertencem – um golpe de Estado, em 11 de abril de 2002.
Estas campanhas continuam hoje em dia e certos setores políticos e midiáticos encarregam-se de fazer coro com elas. Assumindo – lamentavelmente – a repetição de pontos de vista como se demonstrasse que estão corretos, as mentes simples acabam acreditando que Hugo Chávez estaria implantando um “regime ditatorial no qual não há liberdade de expressão”.
Mas os fatos são teimosos. Alguém viu um “regime ditatorial” estender os limites da democracia em vez de restringi-los? E conceder o direito de voto a milhões de pessoas até então excluídas? As eleições na Venezuela só aconteciam a cada quatro anos, Chávez organizou mais de uma por ano (catorze, em treze anos), em condições de legalidade democrática, reconhecidas pela ONU, pela União Europeia, pela OEA, pelo Centro Carter, etc. Chávez demonstrou que é possível construir o socialismo em liberdade e democracia. E ainda converte esse caráter democrático em uma condição para o processo de transformação social. Chávez provou seu respeito à vontade do povo, abandonando uma reforma constitucional rejeitada pelos eleitores em um referendo em 2007. Não é por acaso que a Fundação para o Avanço Democrático [Foundation for Democratic Advancement] (FDA), do Canadá, em um estudo publicado em 2011, colocou a Venezuela em primeiro lugar na lista dos países que respeitam a justiça eleitoral.
O governo de Hugo Chávez dedica 43,2% do orçamento a políticas sociais. Resultado: a taxa de mortalidade infantil caiu pela metade. O analfabetismo foi erradicado. O número de professores, multiplicado por cinco (de 65 mil a 350 mil). O país apresenta o maior corficiente de Gini (que mede a desigualdade) da América Latina. Em um informe em janeiro de 2012, a Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal, uma agência da ONU) estabelece que a Venezuela é o país sulamericano que alcançou (junto com o Equador), entre 1996 e 2010, a maior redução da taxa de pobreza. Finalmente, o instituto estadunidense de pesquisa Gallup coloca o país de Hugo Chávez como a sexta nação “mais feliz do mundo”.
O mais escandaloso, na atual campanha difamatória, é a pretenção de que a liberdade de expressão esteja restrita na Venezuela. A verdade é que o setor privado, contrário a Chávez, controla amplamente os meios de comunicação. Qualquer um pode comprovar isso. De 111 canais de televisão, 61 são privados, 37 comunitários e 13 públicos. Com a particularidade de que a parte da audiência dos canais públicos não passa de 5,4%, enquanto a dos canais privados supera 61%… O mesmo cenário repete-se nos meios radiofônicos. E 80% da imprensa escrita está nas mãos da oposição, sendo que os jornais diários mais influentes – El Universal e El Nacional – são abertamente contrários ao governo.
Nada é perfeito, naturalmente, na Venezuela bolivariana – e onde existe um regime perfeito? Mas nada justifica essas campanhas de mentiras e ódio. A nova Venezuela é a ponta da lança da onda democrática que, na América Latina, varreu os regimes oligárquicos de nove países, logo depois da queda do Muro de Berlim, quando alguns previram o “fim da história” e o “choque de civilizações” como únicos horizontes para a humanidade.
La Venezuela bolivariana es una fuente de inspiración de la que nos nutrimos, sin ceguera, sin inocencia. Con el orgullo, sin embargo, de estar del buen lado de la barricada y de reservar los golpes para el malévolo imperio de Estados Unidos, sus tan estrechamente protegidas vitrinas del Cercano Oriente y dondequiera reinen el dinero y los privilegios. ¿Por qué Chávez despierta tanto resentimiento en sus adversarios? Indudablemente porque, tal como lo hizo Bolívar, ha sabido emancipar a su pueblo de la resignación. Y abrirle el apetito por lo imposible.
A Venezuela bolivariana é uma fonte de inspiração da qual nos nutrimos, sem fechar os olhos e sem inocência. Com orgulho, no entanto, de estar do lado bom da barricada e de rerservar nossos ataques ao poder imperial dos Estados Unidos, seus aliados do Oriente Médio, tão firmemente protegidos, e qualquer situação onde reinem o dinheiro e os privilégios. Por que chávez desperta tanto rancor em seus adversários? Sem dúvida, porque, assim como fez Bolívar, soube emancipar seu povo da resignação. E abrir o apetite pelo impossível.
Fonte:http://www.outraspalavras.net/
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A nostalgia da chuva
Deitado na cama, ouço os pingos da chuva no telhado da minha casa. A chuva e o sertanejo, (eu), sempre não no vemos com tanta frequência. Um ano inteiro, é o marco temporário regular geográfico que me faz esperar tanto pra ouvir e ver a chuva novamente. Nostalgia é um dos sentimentos que reverberam no meu ser ao ouvir o tilintar dos pingos no telhado da casa. As biqueiras lá fora entre uma casa e outra rugem com a queda da água na calçada. Vou até a janela e fico a olhar a água escorrer no meio do calçamento, crianças correm brincando em meio o aguaceiro, me recordo de mim, ainda molecote nessa mesma rua, correndo, pulando, festejando a chegada do inverno com a primeira chuvarada, eu e meus amigos brincando no lamaçal, indo tomar banho de riacho. Os relâmpagos brilham, os trovões martelam entre as nuvens! Hoje ao olhar daqui da janela a chegada desse inverno tão esperado, viajo nas entranhas da minha mente aos mais lindos momentos dos invernos da minha infância...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Felis silvestris catus
Parecia um
grito. Sim, um grito! Foi essa a maneira como a minha mente interpretou aqueles
sons que vinham logo de perto de onde eu me encontrava deitado naquela noite.
Permaneci deitado, escutando de olhos escancarados o que podia ser aquele
clamor animalesco e assombroso que estava ouvindo. Estava sozinho no prédio
naquela noite, um longo corredor separava a minha sala das demais, no final
havia uma porta que dava acesso a um grande salão vazio. Cresci ouvindo
história de pessoas que tinham morrido e depois voltavam e apareciam para as
pessoas vivas. O medo me tomava quando criança ao ouvir essas histórias. Eu
tinha medo das almas do outro mundo que podiam vir a aparecerem para mim. Por
causa disso pedia para minha mãe não apagar a luz até que eu pegasse no sono.
Enfim... Cresci e perdi o medo do escuro, porém das almas......tenho lá minhas
dúvidas se elas podem ou não ficar rondando por aí atravessando as paredes e
aparecendo para os vivos. Cheguei
a olhar para o relógio me certificando se eram meia noite; é que dizem que meia
noite é um horário propicio para que os seres do outro mundo nos visitem. Eram
uma e meia da madrugada, não era meia noite. Ufaa...... respirei fundo
aliviado. Logo mais para cima da rua do prédio onde eu estava havia um cemitério,
tentei refletir se havia alguma relação com os fatos. Eu não tinha certeza de
nada ainda. Novamente o som gritante começou a ecoar vindo da direção do salão
vazio, cruzando o corredor e entrando na sala onde eu estava deitado. Conseguia
agora pondo em ordem meus pensamentos, refletir sobre com o que pareciam
aqueles sons. Um miado!? SIM MIADOS!!! Miados de um gato!! Como sou tolo,
pensei. Um danado de um gato perturbava o meu sono. Só havia um jeito:
coloca-lo para fora do salão e leva-lo para fora do prédio; simples, e tudo
ficaria resolvido. Decidido a fazer isso levantei-me, abri a porta da sala,
cruzei o corredor, abri a porta do salão e entrei; os miados cessaram, porém
percebi que não havia nenhum gato. Deve ter ido embora quando sentiu minha
presença. Realizei uma busca mais intensa sobre o salão e verifiquei que não
havia ali nenhum gato. Voltei para sala onde estava e deitei-me novamente. Os
miados começaram! QUE É ISSO!!??? Fiquei novamente intrigado e novamente fui ao
salão verificar e não encontrei nenhum animal. Voltei novamente para tentar
dormir e os miados começaram novamente. Será que as almas dos gatos também
voltam para aparecerem aos vivos? – pensei. Comecei a lembrar de todos os gatos
que criei lá em casa e por algum motivo morreram. Será que algum deles teria
voltado para me visitar? Lembrei de um com poucos anos de vida que acabei
matando acidentalmente esmagando a sua cabeça com os meus pés enquanto eu
andava. Mais foi um acidente!!! Teria ele vindo me cobrar sua vida? NÃO!!!
Pensei em rezar. Será
que as orações dos humanos servem para conduzir os espíritos dos animais ao
descanso eterno? Tentei deixar de lado esses pensamentos. Fiquei irritado e me
apoderei de um cabo de vassoura, queria agora brigar com esse gato, fosse ele
bicho ou alma do outro mundo. Fui até o salão e fiquei escondido esperando que
os miados começassem; aguardei impaciente agachado atrás da escrivaninha com o
cabo de vassoura na mão. Ele teria que aparecer por bem ou por mal. De repente
ouvi passadas quase imperceptíveis. Uma criatura peluda de quatro patas passou
rapidamente em direção a porta, era um gato mesmo, E DESTE MUNDO!!!! VIVINHO DA
SILVA! O bicho ao achar a porta que dava acesso a saída fechada começava a miar
desesperadamente. Corri para abrir a porta, o gato correu e se escondeu dentro
do banheiro do salão. Fui verificar o banheiro e deparei-me com um gato pardo
de porte médio para os demais felinos de sua espécie. O bichano fitou-me seus
olhos penetrantes nos meus e encolheu-se com medo. Pensei – gato tolo, eu só
quero ajuda-lo, você vai pra casa, eu volto a dormir e estamos resolvidos.
Chaninho.......
chaninho..... chamei-o assim para ir para fora me acompanhando, mais o bicho se
mostrou indiferente ao meu chamado, não quis nem conversa. Acho que é por causa
do cabo de vassoura na minha mão – pensei, talvez isso representasse uma ameaça
para ele. Desfiz-me do cabo de vassoura, mais mesmo assim ele não diminuiu sua
expressão de medo. Abri a porta do prédio e tentei empurra-lo para fora do
banheiro, ele se recusava a sair dali, ele tinha o banheiro com um abrigo e eu
como seu inimigo que queria machucá-lo. Empurrei-o com os pés de supetão e com
uma enorme habilidade ele entrou para o salão tentando achar ali algum lugar
que servisse como abrigo. Corri atrás tentando sempre empurra-lo em direção a
porta, porem o gato sempre me driblava com um “ÔOOLÉE” que os toureiros dão nos touros nas famosas
touradas espanholas. Eu não conseguia alcança-lo, ele era mais rápido do que
eu, foi quando peguei o cabo de vassoura e fui extremamente irritado em sua
direção. Agora ele se mostrava cansado, quase que se entregando em minhas mãos.
Agachei-me para pega-lo com as mãos quando de repente... o animal colocou uma
cara de raiva e indignação que me fez recuar. Não sei se fique com medo de
levar unhadas de suas unhas que agora apareciam afiadas saindo de dentro de
suas patas cravadas no chão. Mais aquela expressão que aquele animal fez
naquele momento me tocou profundamente. Ao fitar seus olhos nos meus e mostrar
sua face, era como disse: “lutei contra você até agora, estou cansado, não sou
palho pra você, mais estou disposto a gastar minhas ultimas forças lutando
contra você, quero brigar agora, venha e acabaremos logo com isso de uma vez
por todas!”.
Eram os
pensamentos dele que chegavam agora na minha cabeça. Percebi que minhas
relações diplomáticas não me tinham concedido êxito. Larguei a vassoura,
desviei meus olhos dos seus, dei as costas e saí de cabeça baixa. Tinha perdido
para ele? Não sei bem, mais a sua expressão me fez lembrar as pessoas que lutam
sem nenhuma esperança contra forças maiores que as delas, e quando percebem que
não podem ganhar, gastam as suas ultimas forças lutando, preferem morrer ao do
que abandonar o campo de batalha, perdem com honra e gloria. Uma batalha que
será contada e recontada por outras pessoas.
A perda com
honra é gloria para o perdedor.
Fui me deitar,
passos cruzaram o corredor em direção aporta. Lá fora um gato miava tristemente
em cima de um muro, olhando para uma lua de aparência cadavérica...
Por: Danilo Valêncio.
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